Algumas questões norteadoras percorrem este dia específico: se para alguns é cercado de misticismo e crenças e, para outros, sendo a oportunidade de satisfação de consumismos, há quem o torne diferente e o faça momento de avaliação do dia, do ano, da vida.
2011 está chegando ao fim. Para muitos, um ano execrante, cheio de problemas, crises, pressões, dilemas, angústias, contradições. Há quem ache que 2011 tenha sido um ano excelente, plenamente frutífero e envolvido por muitas conquistas pessoas e do seu cotidiano imediato. Há quem mude de opinião e, depois de passar o ano afirmando que estava muito exaustivo, encerra com bons adjetivos, otimista. Como eu.
2011 foi um período de reencontros e o estabelecimento de tentativas de manter os vínculos em dia. Com isso, os mesmos aniversários dos mesmos amigos foram frequentados com intensidade e muita alegria, mas também novos convites e novos espaços foram descobertos e vivenciados ao anoitecer e as belas companhias da lua e amigos que sempre estarão presentes; com isso, a família pareceu mais presente, desde aqueles que moram bem perto e onde se almoça um gostoso baião de dois em um dia de domingo quente até mesmo parentes de outros Estados que nos visitam e nos fazem dedicar alguma parte de nós para sua satisfação em terras forasteiras; com isso, a incessante vontade de estar perto de quem você gosta - e de querer realizá-la plenamente; com isso, a expectativa de ter no imaginário e no coração pessoas que o mundo material não mais a contempla, mas que a presença é constante e eterna.
2011 é tempo de afirmações e reafirmações políticas, mas sobretudo pessoais. Época de ascensão, afirmação e novos meandros profissionais e engajados a serem desbravados e passar a enxergar o que está na frente de nossa escola como uma realidade de nossa vida; época de consolidação de convívios, amizades, sociabilidades, humanidades, biodiversidades; época de divulgar os Urbanos, os Renans, os Rodrigos, os Patricks, os Baratas, as Renatinhas, as Sabrinas, os Henriques, os Thiagos, os Alexandres, os Josués, as Sharons, as Andre(i)as, as Lívias, as Alines, as Camilas, as Sarahs, as Nayanas, os Leos, as Thamires, as Valérias, as Monicas, as Clícias, as Sílvias, as Giulias, as Kalizas, as Rebecas, as Victas, as Gildas, as Virgínias, as inúmeras Anas, os Cláudios, os Sérgios, os Josélios, as Sheydders, as Carols, as Rafaelas, as Iaras, os Pedros, as Eduardas, as Elis, as Cláudias, as Vals, as Danis, as Dillys, as Lucianas, as Iurys, as Suerlandras, as Janetes, os Joãos, os Kauês, as Natálias, as Lucimeires e muitas outras pessoas, a quem dedico minha amizade, meu carinho, minhas saudades, minhas graças.
2011 é ano de saudades e de agradecimentos; é ano de encerramento e despedidas; é ano de (re)construção e manutenção; é a porta de saída para uma outra entrada; é ano de dizer, com toda a metáfora (im)possível, para que não apaguemos a luz, que assim a esperança e a beleza vão embora e fica o medo e a insegurança. E a noite não fica mais feliz como a gente quer plenamente se realiza em cada um de nós, hoje e sempre!
Feliz Natal! ♥
ResponderExcluirAmei a mensagem...você sempre surpreendendo nas palavras. Um 2012 mais que maravilhoso! Adoro vc meu amigo!!!
ResponderExcluirÉ isso ai! Maravilhas! Adoro você escrevendo!
ResponderExcluir